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Brasileiros estão preparados para consumir em supermercados inteligentes

A operação automatizada criada para as lojas Amazon Go é a maior referência para o varejo supermercadista em relação ao melhor uso da tecnologia, otimização de estoque, agilidade na operação e, claro, aumento nas vendas e na fidelização dos consumidores.

O Grupo Auchan investe no formato de supermercados inteligentes nos moldes da gigante do varejo americana, com sensores e um sistema de vídeo que calcula a quantidade e o valor dos produtos que cada cliente pegou na gôndola.

Considerando o cenário brasileiro, esse modelo de loja tem tudo para dar certo no Brasil.

Os consumidores brasileiros estão se habituando a esse modelo e, de modo geral, estão abertos a inovações e gostam de experimentar, como o smartphone já é quase comum para a maioria da população, as empresas têm meio caminho andado. 

Existem características básicas que um supermercado inteligente precisa ter para ter sucesso na sua operação, seja no Brasil ou no exterior. Simplicidade no cadastro inicial, que é a primeira barreira; facilidade para entrar na loja e escolher os produtos e agilidade na hora de pagar. A questão não é ser automatizada ou não, mas sim a experiência de compra, que precisa ser fluida, sem atritos e com muita praticidade.

 

DADOS COMO MINA DE OURO PARA O VAREJO

Os modelos de lojas inteligentes usarão cada vez mais realidade aumentada e inteligência artificial para evitar rupturas de estoque, precificação dinâmica e, principalmente, fazer o uso correto dos dados gerados em cada compra. Essa é a mina de ouro tanto para o varejo, quanto para a indústria. Quando bem analisados, os dados podem gerar insights muito poderosos sobre hábitos de compra, ocasiões de consumo e mais assertividade no sortimento e nas promoções

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